quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Concordância verbal: O que é? Saiba todas as regras

Concordância Verbal

Dá-se o nome de concordância à harmonia que os termos da oração apresentam em nível sintático. Assim, algumas palavras, expressões ou mesmo orações, quando estabelecem uma relação de dependência entre si, devem demonstrar com quais elementos estão ligadas. E isso é evidenciado através das flexões: de número e pessoa, para os verbos, caracterizando a concordância verbal.

O que é concordância verbal?

Concordância Verbal

Concordância verbal é a relação estabelecida entre o sujeito e verbo. Em outras palavras, a conjugação do verbo varia de acordo com o número (singular ou plural) e com a pessoa do sujeito (primeira, segunda ou terceira pessoa).

Regra concordância verbal

Quais são os casos de concordância verbal?

Sujeito simples

O verbo concorda com o núcleo do sujeito em número e pessoa.
Exemplo:

  • Nós vamos ao parque.

O verbo (vamos) está na primeira pessoa do plural para concordar com o sujeito (nós).

Sujeito coletivo

O verbo fica sempre no singular.

Exemplo:

  • A manada passou.

Por outro lado, se o coletivo estiver especificado, o verbo pode ser conjugado no singular ou no plural.

Exemplo:

  • A manada de elefantes passou.
  • A manada de elefantes passaram.

Coletivos partitivos

O verbo pode ser usado no singular ou no plural em coletivos partitivos, tais como “a maioria de”, “a maior parte de”, “grande número de”.

Exemplo:

A maior parte dos alunos saiu.
A maior parte dos presentes saíram.

Expressões “mais de”, “menos de”, “cerca de”

Nestes casos, o verbo concorda com o numeral.

Exemplo:

  • Cerca de uma mulher chegou.
    Cerca de duas mulheres chegaram.

Nos casos em que “mais de” é repetido indicando reciprocidade, o verbo vai para o plural.

Exemplo:

Mais de um menino se encontram.

 Nomes próprios

Com nomes próprios, a concordância é feita considerando a presença ou não de artigos.

Exemplo:

  • Os Estados Unidos fecharam as embaixadas.
  • Estados Unidos fecha as embaixadas.

Pronome relativo “que”

O verbo deve concordar com o antecedente do pronome “que”.

Exemplo:

  • Fui eu que sai.
  • Foste tu que saíste.
  • Foi ela que saiu.

Pronome relativo “quem”

O verbo pode ser conjugado na terceira pessoa do singular ou pode concordar com o antecedente do pronome “quem”.

Exemplo:

  • Fui eu quem chorou.
  • Fui eu quem chorei.

Expressão “um dos que”

Este é mais um dos casos em que tanto o verbo pode ser conjugado no singular como no plural.

Exemplo:

  • Ela foi uma das que mais gritou.
  • Ela foi uma das que mais gritaram.

Sujeito Composto

1) Quando o sujeito é composto e anteposto ao verbo, a concordância verbal se faz no plural:

Exemplos:

  • O homem e a mulher brigaram ontem.
  •  O homem e a mulher devem chegar juntos.

2) Nos sujeitos compostos formados por pessoas gramaticais diferentes, a concordância verbal se faz da seguinte maneira:

A primeira pessoa do plural prevalece sobre a segunda pessoa, que prevalece sobre a terceira.

Exemplo:

  • O homem, você e eu chegaremos juntos.
    Primeira Pessoa do Plural (Nós)
  • Tu e teus amigos chegareis juntos.
    Segunda Pessoa do Plural (Vós)
  • O homem e a mulher chegam juntos.
    Terceira Pessoa do Plural (Eles)

Observação: quando o sujeito é composto, formado por um sujeito de segunda pessoa e um da terceira, é possível empregar o verbo na terceira pessoa do plural.  Exemplo: O homem e a mulher chegarão juntos.

3) No caso do sujeito composto posposto ao verbo, a concordância tem duas opções:

Pode ser tanto com o núcleo do sujeito mais próximo, ou o verbo poderá ficar no plural:

Exemplo:

  • Chegaram Ana e João.
  • Chegou Ana e João.

4) Quando a oração expressa ideia de reciprocidade, a concordância é feita obrigatoriamente no plural.

Exemplo:

  • Arrumaram- se Maria e Ana.
  • Obrigaramse o pai e o filho a ler o livro.

Casos Especiais de Concordância Verbal

1) Quando o sujeito composto é formado por núcleos sinônimos ou quase sinônimos, o verbo poderá ficar tanto no plural como no singular.

Exemplo:

  • Ironia e arrogância é /são parte da índole dele.

2) Quando o sujeito composto é formado por núcleos sequenciais (gradação), o verbo poderá ficar no plural ou concordar com o último núcleo do sujeito.

Exemplo:

  • Livros, revistas, jornais me deixam/ deixa empolgada.

No primeiro caso, o verbo no plural enfatiza a unidade de sentido que há na combinação. No segundo caso, o verbo no singular enfatiza o último elemento da série gradativa.

3) Conjunções ou e nem

Quando as conjunções “ou”e “nem” passam a ideia de inclusão, o verbo ficará no plural. Quando a ideia for de exclusão, o verbo ficará no singular.

Exemplo:

  • Nem a menina nem o menino viram o ocorrido. (inclusão)
  • A menina ou o menino viram o ocorrido. (inclusão)
  • Ana ou João passará na prova. (exclusão)
  • Ou Ana ou João passará na prova. (exclusão)

4) Sujeito composto unido com a preposição com com valor de adição e não de companhia, o verbo ficará no plural.

  • A menina com menino ficaram de castigo.
  • João com Ana viajaram juntos.

5) Com as expressões nem um nem outro e ou um ou outro, o verbo ficará, preferencialmente, no singular, embora possa aparecer no plural. Entretanto, quando há uma ação recíproca, o verbo ficará sempre no plural.

  • Nem um nem outro foi à escola.
  • Nem um nem outro foram à escola.
  • Nem um nem outro se falaram na reunião.

6) Com as expressões não só…mas também, não apenas…mas aindatanto…quanto,… o verbo ficará no plural.

  • Não só o pai mas também a mãe decidiram castigar a filha.
  • Tanto o carinho como como o cuidado podem fazer diferença.

7) Com aposto recapitulativo ou resumidor, o verbo concordará com a palavra que resume os vários termos da oração.

  • Prosperidade, paz e alegria, isso é o que eu desejo para você.
  • Festa, música alta, dança, tudo está na lista.

 

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domingo, 27 de setembro de 2020

Concordância Nominal: o que é? Saiba todas as regras

Concordância Nominal

Concordância é o fenômeno gramatical que consiste em o vocábulo determinante adaptar-se ao gênero e número do vocábulo determinado. A relação entre o substantivo e um adjetivo, pronome, numeral ou artigo é chamada de concordância nominal.

Concordância Nominal

O que é concordância nominal?

A regra geral da concordância nominal é: o artigo, o numeral, o adjetivo e o pronome adjetivo concordam com o substantivo a que se referem em gênero e número.

Exemplos:

As duas mulheres são bonitas e inteligentes.

As: Artigo no plural, concorda com duas mulheres

Bonitas e inteligentes: se refere a ambas as mulheres, concordando em gênero e número.

Quais são as regras de concordância nominal?

Adjetivo e um substantivo

O adjetivo deve concordar em gênero e número com o substantivo.

Exemplo:

  • Que menino bonito!

Adjetivo e mais de um substantivo

Quando há mais do que um substantivo, o adjetivo deve concordar com aquele que está mais próximo.

Exemplo:

  • Que bonita menina e rapaz!

Entretanto, o adjetivo deve ficar no plural se os substantivos forem nomes próprios. 

Exemplo:

  • Os queridos Roberto e Mariana vieram nos visitar.

Mais de um substantivo e adjetivo

Quando há mais do que um substantivo, e o adjetivo vem depois dos substantivos, concorda com o que está mais próximo ou com todos eles.

Exemplos:

  • Que menina e menino bonito.
  • Que menino e menina bonita.
  • Que menina e menino bonitos.
  • Que menino e menina bonitos.

Substantivo e mais do que um adjetivo

A concordância pode ser feita das seguintes formas quando um substantivo é caracterizado por mais de um adjetivo:

Artigo antes do último adjetivo:

Exemplo:

  • Adoro o sotaque carioca e o paulista.

Substantivo e artigo que o antecede no plural:

Exemplo:

  • Adoro os sotaques carioca e paulista.

Quais são as regras especiais de concordância nominal?

Há casos de concordância que geram muitas dúvidas, pela diferença entre a norma culta e a linguagem coloquial.

Veja abaixo as palavras que precisam de atenção:

Anexo, incluso e obrigado

Concordam com o substantivo ou pronome substantivo a que se referem, já que exercem o papel de adjetivo.

Exemplos: 

  • Enviei anexas as fotos ao e-mail .
  • As taxas inclusas são absurdas!
  • Obrigado: quando o agradecimento é feito por alguém do sexo masculino.
  • Obrigada: quando alguém do sexo feminino é quem está agradecendo.

Observação: a expressão em anexo não varia.

  • Segue em anexo a foto.

Bastante(s)

Quando é pronome indefinido liga-se a um substantivo e flexiona-se em número e gênero.

Como advérbio, liga-se a verbos e adjetivos, mas é invariável. Recomenda-se a substituição pela palavra “muito”, pois tem a mesma flexão.

Exemplos:

  • A biblioteca tem bastantes livros.

(muitos livros)

  • As questões serão bastante trabalhosas.

(muito trabalhosas)

Caro e barato

Quando advérbios são invariáveis; quando adjetivos, flexionam-se normalmente.

Exemplos:

  • Pagou caro por aquele erro.
  • Ele tem roupas caras.

Meio

Quando é numeral ou adjetivo (com sentido de “metade”, “parte de”) flexiona-se em gênero e número; quando advérbio (sentido de “um pouco”, “um tanto”) é invariável:

Exemplos:

  • A baleia pesa meia tonelada.
  • É meio-dia e meia.
  • Ela está meio decepcionada.
  • Eles eram meio arrogantes.

Expressões “é necessário”, “é bom”, “é preciso”, “é proibido” seguidas de substantivo

Podem ficar invariáveis quando se deseja fazer uma referência de forma vaga, deixando o substantivo sem o artigo.

Exemplos:

  • É preciso paciência.
  • É proibido entrada.

Entretanto, se há artigo precedendo o substantivo, a concordância entre os termos é obrigatória:

  • É proibida a entrada.

Possível

Quando acompanhado por “mais”, “menos”, “melhor” ou “pior”, concorda com o artigo que precede as expressões

  • A menos possível é essa.
  • Os melhores computadores possíveis estão ali.
  • As melhores situações possíveis são aquelas inesperadas.
  • Eles devem ficar o mais próximos possível.

 Mesmo

Em função adjetiva , com sentido de ‘próprio’, concorda com o substantivo a que se refere:

  • Ele mesmo escreveu!
  • As meninas mesmas fizeram o vestido.

Quando ‘mesmo’ equivale à expressão ‘de verdade’, fica invariável:

  • Ana fez isso mesmo!

 

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sábado, 26 de setembro de 2020

Verbo: o que é? – Saiba tudo sobre a classificação

Rascunho automatico

Verbo é uma palavra que indica acontecimentos representados no tempo, como uma ação, um estado, um modo, ou ainda um fenômeno. Saiba tudo sobre os verbos no artigo abaixo.

verbo

O que é verbo?

O verbo é a classe de palavras que exprime ação, estado, mudança de estado, fenômeno da natureza. Possui inúmeras flexões, ou seja, a sua conjugação é feita mediante as variações de pessoa, número, tempo, modo, voz.

Qual é estrutura do verbo?

O verbo é formado por três elementos:

Radical

O radical é o portador do sentido, da identidade do verbo.

Exemplos:

  • PACIFIC- (PACIFI-ar)
  • ESCLAREC- (ESCLAR-er),
  • SORR-(SORR-ir)

Vogal Temática

A vogal temática se une ao radical para receber as desinências e, assim, conjugar os verbos. O resultado dessa união chama-se tema.

Então tema é = radical + vogal temática.
Exemplos:

  • PACIFIC- (PACIFI-ar)
  • ESCLAREC- (ESCLAR-er),
  • SORR-(SORR-ir)

A vogal temática indica a qual conjugação o verbo pertence:

1.ª conjugação abrange os verbos cuja vogal temática é A: amar, dançar, sujar.
2.ª conjugação abrange os verbos cuja vogal temática é E e O: escrever, ler, impor.
3.ª conjugação abrange os verbos cuja vogal temática é I: surgir, evoluir, ir.

Desinências

As desinências são os elementos que, junto com o radical, conjugam os verbos. Podem ser:

  • Desinências modo-temporais: indicam os modos e os tempos.
  • Desinências número-pessoais: indicam as pessoas.

Exemplos:

  • Chorávamos (va- desinência de tempo pretérito do modo indicativo), (mos- desinência de 1.ª pessoa do plural);
  • Pensarei (re- desinência de tempo futuro do modo indicativo), (i- desinência de 1.ª pessoa do singular);
  • Suponhamos (a- desinência de modo presente do modo subjuntivo), (mos- desinência de 1.ª pessoa do plural).

Quais são as flexões do verbo?

Os verbos  aceitam diversos tipos de flexões. Para os verbos regulares, as variações  se darão de acordo com a conjugação de cada um, ou seja, da sua terminação:

  • verbos de 1ª conjugação terminam em -ar;
  • verbos de 2ª conjugação terminam em -er;
  • verbos de 3ª conjugação terminam em -ir.

Flexão quanto à pessoa:

  • 1ª pessoa: quem fala;
  • 2ª pessoa: com quem se fala;
  • 3ª pessoa: de quem se fala.

Em outras palavras:

  •  1.ª (eu, nós);
  • 2.ª (tu, vós);
  • 3.ª (ele, eles).

Flexão quanto ao número:

  • Singular (eu, tu, ele);
  • Plural (nós, vós, eles).

Flexão quanto tempo:

  • Presente,
  • Pretérito,
  • Futuro.

O pretérito (passado) e futuro ainda podem se dividir em:

  • pretérito perfeito: indica um fato que aconteceu inteiramente no passado (“Estudei muito para a prova”).  Indica ainda um fato que aconteceu no passado e que vem se prolongando até o presente (“Tenho estudado muito para a prova);
  • pretérito imperfeito: indica algo que acontecia repetidamente no passado (“Eu estudava muito”) ou que aconteceu em relação a outro acontecimento (“Eu estudava quando minha mãe me chamou”);
  • pretérito mais-que-perfeito: indica algo que se passou antes de outro acontecimento, também no passado (“Eu já me cansara quando comecei a estudar”);
  • futuro do presente: indica um acontecimento futuro em relação ao momento da fala (“Vou terminar esse livro um dia”);
  • futuro do pretérito: indica um acontecimento futuro condicionado a uma ação passada (Se você tivesse estudado, passaria na prova”).

Flexão quanto ao modo:

  •  Indicativo,
  • Subjuntivo;
  • Imperativo.

Para entender melhor:

  • indicativo: é o fato certo, preciso, como em “leio todos os dias”;
  • subjuntivo: indica uma dúvida do falante em relação ao fato ou, ainda, uma condição para ele: “Eu leria todos os dias se pudesse”;
  • imperativo: exprime uma ordem ou um pedido, como “Faça silêncio!”

Flexão quanto a voz:

  • voz ativa

Nesse caso o sujeito é agente, ou seja, ele pratica a ação expressa pelo verbo: “Eu li o livro”;

  • voz reflexiva:

Acontece quando o sujeito é, ao mesmo tempo, agente e paciente. Nesse caso, o verbo aparece na voz ativa e é seguido de um pronome oblíquo reflexivo: “Feri-me ao correr”.

  • voz passiva:

Nesse caso, o sujeito é paciente, ou seja, recebe a ação expressa pelo verbo: “O livro foi escrito por mim”;

Quais são os tipos de voz passiva

A voz passiva é subdividida em voz passiva analítica e voz passiva sintética.

Ambas possuem um sujeito paciente, ou seja, um sujeito que sofre ou recebe uma ação. O que difere os dois tipos de voz passiva é estrutura de frase que cada um segue.

Voz passiva analítica

A voz passiva analítica segue a seguinte estrutura:

Exemplo:

Ana foi aprovada.

Ao analisarmos os elementos verbais da frase, vemos que:

  • foi: verbo ser (flexionado na 3ª pessoa do singular do Pretérito Perfeito, do Modo Indicativo);
  • aprovada: particípio passado (do verbo aprovar).

Veja mais algumas frases na voz passiva analítica:

  • O brinquedo foi dado por mim.
  • O livro foi escrito pelo professor.
  • O trabalho será remodelado.

A voz passiva analítica pode apresentar o agente da passiva. Isso não ocorre na voz passiva sintética.

O agente da passiva é o responsável pela execução da ação de um verbo na voz passiva.

Exemplo:

A taça foi quebrada pelo menino.

Na frase acima, “pelo menino” é o agente da passiva.

Voz passiva sintética

A voz passiva sintética, também chamada de voz pronominal, passa uma ideia mais impessoal.

Exemplo:

Vê-se que o objetivo não foi atingido.

Pode-se observar que:

  • -se: partícula com função apassivadora (indica voz passiva; o sujeito sofre/recebe uma ação).
  • : verbo na terceira pessoa (verbo ver; Presente do Indicativo).

Veja mais algumas frases na voz passiva sintética:

  • Vende-se móveis usados.
  • Fala-se muito.
  • Não se vê ele mais.

Observação: Quais são as classificações do “se”?:

Cuidado com o uso do “se”:

  • “Se” partícula apassivadora: tem a função de apassivar o verbo; tornando-o passivo, ou seja, o sujeito sofre/recebe uma ação (voz passiva).
  • “Se” enquanto índice de indeterminação do sujeito: indica que a frase possui um sujeito indeterminado.

O que são as formas nominais do verbo?

São aquelas formas verbais que não têm flexão de tempo e modo. Esses verbos têm função própria de nomes como substantivo, adjetivo e advérbio.

As formas nominais do verbo são:

Infinitivo

O infinito pode ser pessoal e impessoal.

Infinitivo impessoal:

Não se refere a nenhuma pessoa.  Simplesmente manifesta a ação e, dependendo da situação,  pode ter valor de substantivo.

Exemplos:

  • Ana tem um falar estranho!
  • Rir é a melhor forma de gratidão.
  • Chorar é o melhor remédio.

Infinitivo pessoal:

É flexionado, varia em número e pessoa.

Exemplo:

  • Escutei eles andarem devagarinho.

Gerúndio

O gerúndio caracteriza-se pela terminação -ndo. Não é flexionado e pode ser tanto advérbio, como adjetivo.

Exemplos:

  • Estava comendo quando eu cheguei.
  • Sorrindo, chegou.
  • Eles cantando era a melhor coisa.

Particípio

Particípio regular:

Se caracteriza pela terminação -ado, -ido.

Exemplos:

  • Tinha feito o trabalho para ele.
  • Tenho sorrido todos os dias.
  • Ele tinha sido a preferida da diretora.

Particípio irregular:

Pode exercer o papel de adjetivo.

Exemplos:

  • Adoro frango assado!
  • Aqui tudo é feito com cuidado.

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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

O que é pronome? Saiba todas as regras.

Rascunho automatico

Pronome é a palavra que se usa para substituir um nome (substantivo), ou que a ele se refere, ou ainda, que acompanha o nome qualificando-o de alguma forma.

pronome

O que é pronome?

Pronome é a classe de palavras que substitui o substantivo (nome). Tem a finalidade de indicar a pessoa do discurso, ou situar no tempo e espaço, sem repetir o nome.

Os pronomes variam em gênero, número e pessoa. Pode ser substantivo ou adjetivo.

Pronome substantivo é aquele que desempenha a função de substantivo.

Exemplo: Ela é minha amiga.

Pronome adjetivo é aquele que acompanha ou modifica um substantivo.

Exemplo: Meu caderno é azul. Aqueles cadernos são azuis.

Quais são os tipos de pronome?

Os pronomes podem ser:

  • pessoais,
  • possessivos,
  • demonstrativos,
  • interrogativos,
  • relativos;
  • indefinidos.

O que é pronome pessoal?

Pronomes pessoais do caso reto

Substituem a função de sujeito na oração: eu, tu, ele, nós, vós eles.

  • Eu fui ao banco hoje.

Pronomes pessoais do caso oblíquo

Substituem os substantivos, além de complementarem os verbos da oração: me, mim, contigo, se, conosco, nos e outros.

  • João carregou a mala para mim.

Os casos oblíquos podem ser tônicos ou átonos:

Os pronomes tônicos são caracterizados pelo uso de uma preposição e podem exercer a função de complemento nominal, objeto direto e indireto, agente da passiva e adjunto adverbial.

Os pronomes átonos por sua vez, não são acompanhados pela preposição, podendo substituir o substantivo que ocupa o lugar de objeto direto ou indireto. Exemplos:

  • oblíquos tônicos: mim, comigo, ti, contigo, conosco, convosco — exemplo: muitos doces fazem bem a mim;
  • oblíquos átonos: me, te, a, o, lhe, nos, vos, os, as e lhes — exemplo: eles me amam;
  • reto: eu, tu, ele, ela, nós e vós — exemplo: Ele vai à rua.

O que é pronome de tratamento?

Os pronomes de tratamento representam os termos respeitosos que são utilizados para estabelecer uma comunicação com o interlocutor a partir da situação que exige uma certa formalidade.

A seguir, separamos os principais para você:

  • você: utilizado em situações informais;
  • senhor(es) e senhora(s): utilizado para tratar pessoas que ocupam uma posição de respeito;
  • Vossa Excelência: utilizado para falar com pessoas de alta autoridade;
  • Vossa Magnificência: utilizado para falar com reitores de universidades;
  • Vossa Senhoria: utilizado em correspondências ou textos escritos;
  • Vossa Majestade: utilizado para tratar reis e rainhas;
  • Vossa Alteza: utilizado para tratar príncipes, princesas e duques;
  • Vossa Santidade: utilizado para falar com o Papa;
  • Vossa Eminência: utilizado para tratar cardeais;
  • Vossa Reverendíssima: utilizado para sacerdotes.

O que é pronome possessivo?

pronome possessivo é aquele que indica posse. Pode ser flexionado em gênero e número, concordando com o objeto da ação e com o substantivo:

  • 1ª pessoa do singular (eu): meu, minha, meus, minhas;
  • 2ª pessoa do singular (tu e você): teu, tua, teus, tuas;
  • 3ª pessoa do singular (ele e ela): seu, sua, seus, suas;
  • 1ª pessoa do plural (nós): nosso, nossa, nossos, nossas;
  • 2ª pessoa do plural (vós e vocês): vosso, vossa, vossos, vossas;
  • 3ª pessoa do plural (eles e elas): seu, sua, seus, suas.

 O que é pronome demonstrativo?

Os pronomes demonstrativos são usados para indicar a localização de seres no espaço ou no tempo.

Quando o objeto ou assunto está situado próximo ao locutor ou interlocutor:

  • 1ª pessoa → isto, este, esta, estes, estas.
  • 2ª pessoa → isso, esse, essa, esses, essas.

Quando o objeto ou assunto estiver distante do locutor ou interlocutor:

  • 3ª pessoa → aquilo, aquele, aquela, aqueles, aquelas.

O que é pronome interrogativo?

Os pronomes interrogativos são aqueles utilizados para interrogar, isto é, para formular perguntas de modo direto ou indireto.

As palavras que fazem parte desse grupo são: que, quem, qual, quais, quanta, quanto, quantas e quantos.

Exemplo:

  • Quem são vocês?
  • Quantos anos você tem?
  • Qual é seu nome?

O que é pronome indefinido?

pronome indefinido é aquele utilizado somente na terceira pessoa do discurso de forma indeterminada, pois faz referência ao substantivo de maneira genérica. Pode ser variável ou invariável:

  • variáveis: algum, alguma, nenhum, nenhuma, muito, muita, pouco, pouca, todo, toda, outro, outra, certo, certa, vários, várias, tanto, tanta, quanto, quanta, qualquer, quaisquer, qual, quais, um, uma;
  • invariáveis: quem, alguém, ninguém, tudo, nada, outrem, algo e cada.

O que é pronome relativo?

O pronome relativo tem como objetivo retomar um substantivo já citado, geralmente apresentando uma nova oração a partir disso.

Pode ser variável ou invariável, a depender do termo antecedente, e se ocupa a posição de sujeito, objeto direto ou indireto, adjunto adnominal ou adverbial, agente da passiva, predicativo ou complemento nominal. Confira alguns exemplos:

  • variáveis: o qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, quanta, quantos e quantas. Exemplo: Li um livro sobre o qual nunca ouvi falar.
  • invariáveis: quem, que e onde. Exemplo: O material que preciso custa caro.

Extra: quando usar o eu e o mim?

Esse é um erro muito comum para falantes de língua portuguesa, então vale ressaltar que o pronome do caso reto —eu, tu, ele (a), nós, vós, eles (as) — é usado como sujeito da oração. Já os pronomes oblíquos tônicos  — mim, ti, ele (a), nós, vós, eles (as) — fazem papel de objeto e surgem após uma preposição: para mim, de mim, por mim, e assim por diante.

Exemplos:

  • Isso é para mim fazer, O correto é: Isso é para eu fazer.
  • Esse livro é um presente para eu.  O correto é: Esse livro é um presente para mim.
  • Me empresta para mim ler?. O correto é: Me empresta para eu ler?

Percebe-se que os pronomes tem papel fundamental na língua portuguesa. Faça questões sobre o tema aqui!

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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Acentuação gráfica: o que é? Saiba tudo sobre as novas regras.

Acentuação Gráfica

O Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde 2009, promoveu algumas alterações nas regras de acentuação gráfica até então em vigor. Veja abaixo as novas regras gramaticais:

Acentuação Gráfica

O que é acentuação gráfica?

acentuação gráfica é o uso de sinais diacríticos que, sobrepostos às vogais, indicam a pronúncia correta das palavras quanto à sílaba tônica e indica também se a pronúncia das vogais é aberta ou fechada .

Qual é a importância do acento gráfico?

O objetivo dos sinais diacríticos — acentos gráficos e os sinais gráficos auxiliares — é permitir a representação da linguagem falada na linguagem escrita, indicando a marcação da sílaba tônica nas palavras.

Quais são os acentos da língua portuguesa?

Os três tipos de acento na língua portuguesa são:

  • acento agudo (´) : indica que a sílaba é tônica e que a vogal deve ser pronunciada de forma aberta.
  • acento grave (`): usado apenas sobre a vogal ‘a’, indicando que há crase, ou seja, a fusão da preposição com o artigo feminino e com o do início de pronomes.
  • acento circunflexo (^):  indica que a sílaba é tônica e que a vogal deve ser pronunciada de forma fechada ou nasalada.

Quais são os sinais gráficos auxiliares?

  • Til (~) :É um sinal gráfico auxiliar de escrita, usado na vogal a e na vogal o para indicar nasalização. Nem sempre indica a tonicidade da sílaba.
  • Apóstrofo (‘): É um sinal gráfico auxiliar de escrita que indica a supressão de fonemas em palavras.
  • Trema (¨): É um sinal gráfico auxiliar de escrita, usado, desde a entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, apenas em substantivos próprios estrangeiros e palavras derivadas destes: Exemplo: Müller.

O que é acento diferencial?

acento diferencial permite diferenciação gráfica de palavras homófonas, ou seja, que têm a mesma pronúncia.

Nas novas regras gramaticais, o acento foi abolido nas palavras pára, pólo, pêlo e pêra, ficando para, polo, pelo e pera.

Exemplos:

  • Para quem é isso?
  • Para de falar, por favor!

O acento mantém-se nas palavras pôr, pôde, têm e vêm, diferenciando de por, pode, tem e vem.

Exemplos:

  • Posso pôr a chave aqui?
  • Por onde o gato anda?

Quais são as regras de acentuação gráfica?

Primeiro, é importante saber que as pa­lavras se classificam de acordo com a posição da sílaba tônica:

  • Oxítonas: são as palavras cuja sílaba tônica é a última.
  • Paroxítonas: são aquelas em que a sílaba tônica é a penúltima.
Também há os monossílabos (palavras de apenas uma sílaba), átonos ou tônicos.

Acentuação gráfica em oxítonas

Oxítonas terminadas em vogais tônicas a(s), e(s) o(s):

  • sofá;
  • dominó;
  • purê;
  • crochê;

Oxítonas terminadas no ditongo nasal -em ou -ens:

  • mantém;
  • porém;
  • também;
  • harém;

Oxítonas terminadas nos ditongos abertos -ói, -éu, -éi:

  • chapéu;
  • papéis;
  • heróis;
  • corrói;

Acentuação gráfica em paroxítonas

Paroxítonas terminadas em i, is, us:

  • táxi;
  • lápis;,
  • bônus;

Paroxítonas terminadas em ã, ão, um:

  • órfã;
  • sótão;
  • álbum;

Paroxítonas terminadas em r, x, l, n, ps:

  • éter;
  • tórax;
  • fácil;
  • pólen;
  • bíceps;

Paroxítonas terminadas em ditongo:

  • colégio;
  • água;
  • série;

Com a entrada em vigor do atual acordo ortográfico, alguns acentos foram abolidos nas palavras paroxítonas:

  • Acento agudo nos ditongos abertos oi e ei. Exemplo: jiboia, joia, paranoia, ideia, alcateia.
  • Acento agudo na vogal i e na vogal u quando precedidas de ditongos. Exemplo: feiura, baiuca.
  • Acento circunflexo nos ditongos oo e ee. Exemplos: abençoo, perdoo, deem, creem.

Acentuação gráfica em proparoxítonas

As palavras são proparoxítonas quando a antepenúltima sílaba da palavra é a sílaba tônica. Todas as palavras proparoxítonas são acentuadas graficamente.

Exemplos:

  •  lâmpada,
  • cantássemos,
  • gráfico,
  • música,
  • exército

Acentuação gráfica em monossílabos tônicos

São acentuados os  monossílabos tônicos terminados em:

  • a(s): lá, pás
  • e(s): fé, rés
  • o(s): dó, sós

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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Substantivo: o que é? Saiba tudo sobre sua classificação.

Substantivo

O substantivo faz parte da morfologia. Seu estudo está relacionado à estrutura das palavras, como ela é formada e como se dá sua classificação na língua portuguesa.Substantivo

O diferencial da análise morfológica é que o estudo é feito na palavra isolada, e não no contexto dela, como em orações ou períodos gramaticais.

O que é substantivo?

Substantivo é uma classe de palavras que nomeia seres, objetos, fenômenos, lugares, qualidades, ações, dentre outros.

Eles podem ser flexionados em:

  • gênero (masculino e feminino),
  • número (singular e plural),
  •  grau (aumentativo e diminutivo).

O que é tipo de substantivo?

De acordo com a norma culta da língua portuguesa, os substantivos podem ser classificados em nove tipos diferentes:

  • comum;
  • próprio;
  • coletivo;
  • abstrato;
  • concreto;
  • composto;
  • simples;
  • derivado;
  • primitivo.

Saiba mais sobre cada uma das classificações abaixo:

O que é substantivo comum?

Os substantivos comuns são as palavras que designam os seres da mesma espécie de forma genérica:

Exemplos:

  • pessoa;
  • gente;
  • país;
  • cachorro;
  • caneta;
  • jornal;
  • cidade.

O que é substantivo próprio?

Os substantivos próprios, geralmente escritos em letra maiúscula, são palavras que particularizam seres, entidades, países, cidades, estados da mesma espécie.

Exemplos:

  • João;
  • Brasil;
  • Ceará;
  • Flamengo.

O que é substantivo simples?

Os substantivos simples são formados por apenas uma palavra.

Exemplos:

  • Casa;
  • Cachorro;
  • Boneca;
  • Água;
  • Planeta.

O que é substantivo composto?

Os substantivos compostos são  aqueles formados por mais de uma palavra.

Exemplos:

  • Beija-flor;
  • Guarda-chuva;
  • Couve-flor;
  • louva-a-deus.

O que é substantivo concreto?

substantivo concreto serve para nomear seres que possuem existência própria e independente. Designa palavras reais, sejam elas pessoas, objetos, animais ou lugares.

Exemplos:

  • Menina;
  • Homem;
  • Cachorro;
  • Bola.

O que é substantivo abstrato?

Os substantivos abstratos são aqueles relacionados aos sentimentos, estados, qualidades e ações, que dependem de outro ser concreto para existir.

Exemplos:

  • bondade;
  • alegria;
  • honestidade;
  • riqueza.

O que é substantivo primitivo?

Substantivo primitivo é aquele que não deriva de outras palavras, mas pode originar diferentes termos.

Exemplos:

  • folha;
  • casa;
  • chuva;
  • pedra;
  • noite.

O que é substantivo derivado?

Os substantivos derivados são aquelas palavras que derivam de outras.

Exemplos:

folhagem (derivado de folha);

livraria (derivado de livro);

pedregulho (derivado de pedra);

chuvarada (derivado de chuva).

O que é substantivo coletivo?

substantivo coletivo designa um conjunto ou pluralidade de seres da mesma espécie.

Exemplos:

  • cardume;
  • floresta;
  • manada;
  • álbum.

Quais são os gêneros do substantivo?

O gênero das palavras pode ser classificado em masculino e feminino. A partir dessa classificação, também podem ser:

  • Substantivos Biformes: apresentam duas formas, uma para o masculino e outra para o feminino.

Exemplos:

professor e professora;

genro e nora;

pai e mãe;

boi e vaca;

cavalo e égua.

  • Substantivos Uniformes: somente um termo especifica os dois gêneros (masculino e feminino). Podem ser classificados em:
      • Epicenos: palavra que apresenta somente um gênero e refere-se aos animais, por exemplo: onça/gavião (macho ou fêmea).
      • Sobrecomum: palavra que apresenta somente um gênero e refere-se às pessoas, por exemplo: criança; testemunha; cônjuge (masculino e feminino).
      • Comum de dois gêneros: termo que se refere aos dois gêneros (masculino e feminino), identificado por meio do artigo que o acompanha, por exemplo: o chefe e a chefe.

O que é número do substantivo?

O número do substantivo pode ser classificado em:

  • Singular: palavra que designa uma única coisa, pessoa ou um grupo, por exemplo: criança, lua.
  • Plural: palavra que designa várias coisas, pessoas ou grupos, por exemplo: crianças, planetas.

O que é grau do substantivo?

O grau dos substantivos pode ser classificado em aumentativo diminutivo:

Aumentativo

Palavra que indica o aumento do tamanho de algum ser ou alguma coisa. Pode ser:

  • Analítico: substantivo acompanhado de um adjetivo que indica grandeza, por exemplo: escola grande.
  • Sintético: substantivo com acréscimo de um sufixo indicador de aumento, por exemplo: meninão.

Diminutivo

Palavra que indica a diminuição do tamanho de algum ser ou alguma coisa. Divide-se em:

  • Analítico: substantivo acompanhado de um adjetivo que indica pequenez, por exemplo: menino pequeno.
  • Sintético: substantivo com acréscimo de um sufixo indicador de diminuição, por exemplo: menininho.

Quais são as funções sintáticas dos substantivos?

Os substantivos podem assumir funções diferentes, dependendo do contexto em que se encontram.

A função sintática de cada substantivo representa o papel que aquela palavra desempenha dentro de uma oração, levando em consideração todas as outras palavras que o acompanham no contexto.  É diferente da morfologia, que estuda o substantivo sozinho.

Sendo assim, o substantivo pode atuar como núcleo dentro das seguintes funções sintáticas:

  1. Sujeito (Maria foi a feira);
  2. Predicativo (ele é um chato);
  3. Objeto (colhi algumas flores no jardim);
  4. Complemento nominal (a leitura da revista é necessária);
  5. Vocativo (Mãe, te amo!);
  6. Adjunto (o colar de Joana é muito bonito);
  7. Aposto (Fernanda, a professora, está cansada);
  8. Agente da passiva (fui enganada por aquele sujeito).

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terça-feira, 22 de setembro de 2020

Morfologia – O que é e quais são as classificações?

Morfologia

A Morfologia é um dos assuntos mais importantes da gramática da língua portuguesa. Seu estudo está relacionado à estrutura das palavras, como ela é formada e como se dá sua classificação. Saiba no artigo abaixo tudo sobre o tema.

Morfologia

O que é Morfologia?

Morfologia tem origem no grego e significa: morphe (forma) e logía (estudo). É então o estudo da estrutura e da classificação das palavras. Esse estudo é feito na palavra isolada e não no contexto dela, como em orações ou períodos gramaticais.

Morfologia é considerada a primeira ferramenta de análise da gramática que observa os fonemas conectados a um significado léxico, quer dizer, a palavra.

O que é a análise morfológica e sintática?

Não é só a análise morfológica que existe na língua portuguesa, seu estudo compreende três formas de análise dos elementos que a constituem:

A morfologia, a sintaxe e a semântica:

  • morfologia: estudo individualizado das palavras de uma oração;
  • sintaxe: estudo da organização e relacionamento das palavras na oração;
  • semântica: estudo do sentido que as palavras apresentam de acordo com o contexto de uma oração.

Quais são as classes gramaticais?

A morfologia sistematiza em classes as unidades mínimas dotadas de sentido, de acordo com as características e funções comuns entre elas.

As classes gramaticais são:

  • Substantivo
  • Adjetivo
  • Artigo
  • Pronome
  • Numeral
  • Verbo
  • Advérbio
  • Conjunção
  • Preposição
  • Interjeição

O que são palavras variáveis e invariáveis na morfologia?

Como mostrado acima, morfologia se divide em dez classes gramaticais, entre elas estão a classe de palavras variáveis que são os substantivos, artigo, verbos, adjetivos, pronomes e numerais. Já as palavras invariáveis são compostas pelos advérbios, preposições, interjeições e conjunções.

Numeral: tem a peculiaridade de poder ser classificado como variável e invariável.

O que é desinência nominal e verbal?

Na morfologia, as palavras que sofrem variações em sua estrutura são chamadas de desinências nominais de gênero e de número. As desinências verbais, por sua vez,  indicam modo, tempo, número e pessoa.

Desinência nominal

Os morfemas, quando se unem ao radical, determinam as flexões que ocorrem nas palavras.

Por exemplo, a palavra meninas: o gênero dessa palavra é feminino e o ‘s’ serve para identificar que a palavra está no plural, também considerada uma desinência de número.

Desinência verbal

Na desinência verbal o modo e o tempo é que definem os elementos mórficos da palavra. Elas podem ser:

Desinência modo temporal – indica o modo e o tempo em que ocorre a ação verbal.

Exemplo: gritava
-va: desinência modo temporal indicativa do pretérito imperfeito do indicativo

Desinência número pessoal – indica o número e a pessoa a qual se refere a ação verbal.
Exemplo: leio
-o: desinência número pessoal indicativa da primeira pessoa do singular

Desinência verbo nominal – indica as formas nominais dos verbos no infinitivo, gerúndio e particípio.
Exemplo:

Ler: desinência verbo nominal indicativa do infinitivo
Lendo: desinência verbo nominal indicativa do gerúndio
Lido: desinência verbo nominal indicativa do particípio

Quais são os tipos de derivação de palavras na morfologia?

Derivação de palavras é o processo da formação da palavra. É o acréscimo de afixos a uma raiz (um radical, ou uma palavra primitiva).

A derivação pode ser classificada como: prefixal, sufixal, prefixal e sufixal (juntas), parassintética.

Prefixal: “vírus” (na palavra vírus, ao acrescentar o prefixo ‘anti’ ela dará origem a uma nova palavra= “antivírus”).

Sufixal: “parede” (ao adicionar o sufixo “dão” na palavra parede, ela também dará origem a uma nova palavra “paredão”.

Prefixal e sufixal: essa é a união de dois elementos em uma só palavra. Nesse caso, ao retirar o sufixo ou prefixo, a palavra não perde o sentido.
Exemplo: “desigualdade” (prefixo ‘des’ junto com o radical “igual” mais o sufixo ‘dade’) significa que ao ser retirado um dos lados ou mesmo dois dos lados não altera o significado da palavra.

Parassintética: diferente da prefixal e sufixal, na parassintética, ao retirar um dos elementos mórficos a palavra perde o sentido.
Exemplo: “entristecer”, (ao retirar o prefixo ‘en’ a palavra ficaria ‘tristecer’; e ao tirar o sufixo ‘ecer’ a palavra que se formaria seria ‘entrist’, ou seja, a palavra perde o seu significado.

Regressiva: nesse caso, ao mudar um fragmento da palavra, muda-se a classe gramatical que ela representa. Por exemplo, a palavra “ajudar” é um verbo pela sua classe gramatical, mas se no lugar do sufixo ‘ar’ substituímos pela vogal ‘a’ teremos a palavra “ajuda” que pela língua portuguesa é um substantivo.

Imprópria: parecida com a regressiva, na imprópria não se mexe na palavra, apenas nos elementos externos. A mudança da classe da palavra se dá dentro do contexto da frase, não modificando a sua estrutura. Na palavra “jantar”, por exemplo, analisada sozinha ela é um verbo, mas observada na frase ‘Ele estão preparando o jantar’ altera-se, portanto, classe gramatical, e ao invés de verbo ela passa a ser um substantivo.

O que é vogal temática?

• Vogal temática – é a vogal que forma uma palavra quando unida a um radical. Nos verbos, por exemplo, a vogal temática indica em que conjugação ele se encontra. São três as vogais temáticas: a, e, i.

Após o radical, os verbos terminados em

  • ‘ar’ são de primeira conjugação;
  • terminados em ‘er’ são de segunda conjugação;
  • terminados em ‘ir’, terceira conjugação.

Exemplos:
• Andar
• Pegar
• ler
• Ver
•Querer
• Ouvir

O que é a composição das palavras?

Na morfologia, a composição é um dos processos de formação de novas palavras a partir de duas ou mais palavras simples ou radicais.

Um exemplo é a palavra ‘beija-flor’ (beija + flor). A palavra é composta pelo verbo ‘beijar’ e pelo substantivo ‘flor’, as quais, juntas com hífen, formam o nome de um pássaro.

Composição por justaposição

Ocorre quando os elementos ou palavras estão lado a lado. Trata-se da junção de duas ou mais palavras ou radicais sem que haja alterações sonoras e/ou ortográficas. A alteração ocorre apenas no significado da nova palavra formada após a composição.

Exemplos:

  • Segunda-feira
  • Guarda-roupa
  • Girassol
  • Audiovisual
  • Paraquedas

Composição por aglutinação

Ocorre quando os elementos ou palavras se unem. Significa que pelo menos uma de suas partes perde sua integridade sonora ou ortográfica.

Exemplos:

  • Aguardente (água + ardente)
  • Vinagre (vinho + acre)
  • Pernalta (perna + alta)
  • Boquiaberto (boca + aberta)

Composição por hibridismo

É a construção de palavras por meio de dois radicais de origens distintas.
Exemplo:

  • romanista = romano (latim) + ista (grego)
  • automóvel = auto (grego) + móvel (latim)

Composição por onomatopeia

Formação de palavras através da repetição de seu som. Muito comum em história de quadrinhos.
Exemplo:

  • toque- toque (barulho ao bater na porta)
  • tic-tac (barulho do relógio)

Composição por siglas

Redução de expressões grandes com o objetivo de formar palavras por meio de suas iniciais.

Exemplos:

  • OMS (Organização Mundial da Saúde)
  • ONU (Organização das Nações Unidas)

 

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Concurso HCRP – 2020 – Médico I – Edital nº 47

Concurso HCRP – 2020 – Medico I – Edital nº 47

Informações Concurso HCRP – 2020 – Médico I – Edital nº 47

O Concurso HCRP – 2020 – Médico I – Edital nº 47 oferece 1 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 5.371,65.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Hospital das Clínicas da Faculdade de medicina de Ribeirão Preto

As Inscrições estarão 14/09/20 – 28/09/20 no site oficial da banca organizadora Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

A taxa de inscrição do Concurso HCRP – 2020 – Médico I – Edital nº 47 é: R$ 91,11 – R$ 91,11.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto na página https://extranet.hcrp.usp.br/novorh/

Ficha completa

Concurso: Concurso HCRP – 2020 – Médico I – Edital nº 47
Banca: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Abrangência: São Paulo
Vagas: 1 vagas
Remuneração: até R$ 5.371,65
Inscrições: 14/09/20 – 28/09/20
Data da Prova: Não Definida

Material para o Concurso HCRP – 2020 – Médico I – Edital nº 47

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Concurso UNESP – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 212 – Botucatu

Concurso UNESP – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 212 – Botucatu

Informações Concurso UNESP – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 212 – Botucatu

O Concurso UNESP – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 212 – Botucatu oferece 1 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 1.822,73.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Universidade Estadual Paulista

As Inscrições estarão 02/09/20 – 22/09/20 no site oficial da banca organizadora Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

A taxa de inscrição do Concurso UNESP – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 212 – Botucatu é: R$ 102,00 – R$ 102,00.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho na página https://inscricoes.unesp.br/inscricao/concursos

Ficha completa

Concurso: Concurso UNESP – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 212 – Botucatu
Banca: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Abrangência: São Paulo
Vagas: 1 vagas
Remuneração: até R$ 1.822,73
Inscrições: 02/09/20 – 22/09/20
Data da Prova: Não Definida

Material para o Concurso UNESP – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 212 – Botucatu

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Concurso SEAD-SE – 2020 – Edital nº 01

Concurso SEAD-SE – 2020 – Edital nº 01

Informações Concurso SEAD-SE – 2020 – Edital nº 01

O Concurso SEAD-SE – 2020 – Edital nº 01 oferece 7 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 1.673,04.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Secretaria de Estado da Administração de Sergipe

As Inscrições estarão 17/09/20 – 18/09/20 no site oficial da banca organizadora Secretaria de Estado da Administração de Sergipe.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Secretaria de Estado da Administração de Sergipe na página https://www.sead.se.gov.br/pss-no-01-2020-secretaria-da-inclusao-social/

Ficha completa

Concurso: Concurso SEAD-SE – 2020 – Edital nº 01
Banca: Secretaria de Estado da Administração de Sergipe
Abrangência: Sergipe
Vagas: 7 vagas
Remuneração: até R$ 1.673,04
Inscrições: 17/09/20 – 18/09/20
Data da Prova: Não Definida

Material para o Concurso SEAD-SE – 2020 – Edital nº 01

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Concurso Emdurb – 2020 – Coletor de Lixo Temporário – Edital nº 05

Concurso Emdurb – 2020 – Coletor de Lixo Temporario – Edital nº 05

Informações Concurso Emdurb – 2020 – Coletor de Lixo Temporário – Edital nº 05

O Concurso Emdurb – 2020 – Coletor de Lixo Temporário – Edital nº 05 oferece 20 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 1.459,77.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru – SP

As Inscrições estarão 14/09/20 – 23/09/20 no site oficial da banca organizadora Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru.

A taxa de inscrição do Concurso Emdurb – 2020 – Coletor de Lixo Temporário – Edital nº 05 é: R$ 30,00 – R$ 30,00.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru na página https://www.emdurb.com.br/processoseletivo

Ficha completa

Concurso: Concurso Emdurb – 2020 – Coletor de Lixo Temporário – Edital nº 05
Banca: Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru
Abrangência: São Paulo
Vagas: 20 vagas
Remuneração: até R$ 1.459,77
Inscrições: 14/09/20 – 23/09/20
Data da Prova: Não Definida

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Concurso Prefeitura de Itaporanga – SP – 2020 – Edital nº 01

Concurso Prefeitura de Itaporanga – SP – 2020 – Edital nº 01

Informações Concurso Prefeitura de Itaporanga – SP – 2020 – Edital nº 01

O Concurso Prefeitura de Itaporanga – SP – 2020 – Edital nº 01 oferece 50 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 6.717,30.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Prefeitura Municipal de Itaporanga

As Inscrições estarão 07/09/20 – 11/09/20 no site oficial da banca organizadora Desenvolvimento Educacional e Social -.

A taxa de inscrição do Concurso Prefeitura de Itaporanga – SP – 2020 – Edital nº 01 é: R$ 47,00 – R$ 139,00.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Desenvolvimento Educacional e Social – na página https://portal.institutoaguia.org.br/edital/ver/10

Ficha completa

Concurso: Concurso Prefeitura de Itaporanga – SP – 2020 – Edital nº 01
Banca: Desenvolvimento Educacional e Social –
Abrangência: São Paulo
Vagas: 50 vagas
Remuneração: até R$ 6.717,30
Inscrições: 07/09/20 – 11/09/20
Data da Prova: Não Definida

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Concurso UFS – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 004

Concurso UFS – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 004

Informações Concurso UFS – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 004

O Concurso UFS – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 004 oferece 2 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 4.416,74.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Universidade Federal de Sergipe

As Inscrições estarão 14/09/20 – 23/09/20 no site oficial da banca organizadora Universidade Federal de Sergipe.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Universidade Federal de Sergipe na página http://progep.ufs.br/conteudo/65916

Ficha completa

Concurso: Concurso UFS – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 004
Banca: Universidade Federal de Sergipe
Abrangência: Sergipe
Vagas: 2 vagas
Remuneração: até R$ 4.416,74
Inscrições: 14/09/20 – 23/09/20
Data da Prova: Não Definida

Material para o Concurso UFS – 2020 – Professor Substituto – Edital nº 004

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Concurso Câmara de Guaraí – TO – 2020 – Edital nº 01

Concurso Camara de Guarai – TO – 2020 – Edital nº 01

Informações Concurso Câmara de Guaraí – TO – 2020 – Edital nº 01

O Concurso Câmara de Guaraí – TO – 2020 – Edital nº 01 oferece 15 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 3.699,86.

As provas do certame serão aplicadas na data 22/11/20.

Inscrições Câmara Municipal de Guaraí

As Inscrições estarão 09/09/20 – 30/09/20 no site oficial da banca organizadora Fundação Universidade do Tocantins.

A taxa de inscrição do Concurso Câmara de Guaraí – TO – 2020 – Edital nº 01 é: R$ 80,00 – R$ 120,00.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Fundação Universidade do Tocantins na página https://www.unitins.br/Concursos/Publico/Home/S/bfa4922ecbec81bc5b4a962bfde60a54

Ficha completa

Concurso: Concurso Câmara de Guaraí – TO – 2020 – Edital nº 01
Banca: Fundação Universidade do Tocantins
Abrangência: Tocantins
Vagas: 15 vagas
Remuneração: até R$ 3.699,86
Inscrições: 09/09/20 – 30/09/20
Data da Prova: 22/11/20

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Concurso FAMESP – 2020 – Médico Cirurgião Pediátrico – Edital nº 067

Concurso FAMESP – 2020 – Medico Cirurgiao Pediatrico – Edital nº 067

Informações Concurso FAMESP – 2020 – Médico Cirurgião Pediátrico – Edital nº 067

O Concurso FAMESP – 2020 – Médico Cirurgião Pediátrico – Edital nº 067 oferece 1 vagas para diversos cargos.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Fundação para o Desenvolvimento Médico Hospitalar

As Inscrições estarão 08/09/20 – 17/09/20 no site oficial da banca organizadora Fundação para o Desenvolvimento Médico Hospitalar.

A taxa de inscrição do Concurso FAMESP – 2020 – Médico Cirurgião Pediátrico – Edital nº 067 é: R$ 100,00 – R$ 100,00.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Fundação para o Desenvolvimento Médico Hospitalar na página https://www.famesp.org.br/processos-seletivos-efe.php?id_emp=09&id_pro=00672020

Ficha completa

Concurso: Concurso FAMESP – 2020 – Médico Cirurgião Pediátrico – Edital nº 067
Banca: Fundação para o Desenvolvimento Médico Hospitalar
Abrangência: São Paulo
Inscrições: 08/09/20 – 17/09/20
Data da Prova: Não Definida

Material para o Concurso FAMESP – 2020 – Médico Cirurgião Pediátrico – Edital nº 067

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Concurso MS – 2020 – Edital nº 14

Concurso MS – 2020 – Edital nº 14

Informações Concurso MS – 2020 – Edital nº 14

O Concurso MS – 2020 – Edital nº 14 oferece 4117 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 11.000,00.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Ministério da Saúde

As Inscrições estarão 31/08/20 – 07/09/20 no site oficial da banca organizadora Ministério da Saúde.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Ministério da Saúde na página https://saude.gov.br/

Ficha completa

Concurso: Concurso MS – 2020 – Edital nº 14
Banca: Ministério da Saúde
Abrangência: Abrangência Nacional
Vagas: 4117 vagas
Remuneração: até R$ 11.000,00
Inscrições: 31/08/20 – 07/09/20
Data da Prova: Não Definida

Material para o Concurso MS – 2020 – Edital nº 14

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Concurso UFABC – 2020 – Professor Visitante Sênior – Edital nº 82

Concurso UFABC – 2020 – Professor Visitante Senior – Edital nº 82

Informações Concurso UFABC – 2020 – Professor Visitante Sênior – Edital nº 82

O Concurso UFABC – 2020 – Professor Visitante Sênior – Edital nº 82 oferece 1 vagas para diversos cargos com remuneração até R$ 20.530,01.

As provas do certame serão aplicadas na data Não Definida.

Inscrições Universidade Federal do ABC

As Inscrições estarão 09/09/20 – 08/10/20 no site oficial da banca organizadora Universidade Federal do ABC.

Confira mais informações no site da Banca Organizadora Universidade Federal do ABC na página https://www.ufabc.edu.br/

Ficha completa

Concurso: Concurso UFABC – 2020 – Professor Visitante Sênior – Edital nº 82
Banca: Universidade Federal do ABC
Abrangência: São Paulo
Vagas: 1 vagas
Remuneração: até R$ 20.530,01
Inscrições: 09/09/20 – 08/10/20
Data da Prova: Não Definida

Material para o Concurso UFABC – 2020 – Professor Visitante Sênior – Edital nº 82

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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

O que é hífen? Saiba todas as regras sobre o emprego do hífen.

Desde 1º de janeiro de 2016, é obrigatório no Brasil o uso do novo acordo ortográfico da língua portuguesa. Algumas alterações na acentuação e na ortografia devem ser levadas em conta, como os casos com hífen. Quer saber o que é hífen? Saiba mais no artigo abaixo.

o que é hífen?

O que é hífen? 

No dicionário, hífen é um substantivo masculino. É simbolizado por um traço horizontal (-) que indica a separação de um nome composto, de sílabas em fim de linha e de ligações enclíticas, que é pronome depois do verbo, ou mesoclíticas, que é o pronome entre o radical e a desinência verbal; é também um traço-de-união entre palavras.

É, na maioria das vezes, usado para apontar a união semântica de duas palavras.

Quando se usa o hífen?

De acordo com as novas regras gramaticais da Língua Portuguesa, o hífen pode ser usado:

Hífen em substantivos compostos

Segundo o atual Acordo Ortográfico, o hífen é utilizado nas palavras compostas por justaposição (sem elementos de ligação), cujos elementos formam uma unidade com significado próprio.

Exemplos: o que é hífen

  • Decreto-lei;
  • ano-luz;
  • guarda-chuva;
  • segunda-feira.

Hífen em topônimos compostos

Ou seja, em nomes próprios de lugares, que começam com o adjetivo grão/grã, ou que começam com um verbo, ou ainda quando existir artigos entre os elementos.

Exemplos:

  • Grã-Bretanha;
  • Grã-Pará;
  • Baía de Todos-os-Santos
  • Trás-os-Montes

Hífen em nomes de espécies botânicas e zoológicas:

Exemplos:

  • Mico-leão-dourado
  • Bem-te-vi;
  • erva-doce;
  • andorinha-do-mar;
  • capim-açu.

Hífen em palavras compostas iniciadas pelo advérbio “bem” ou “mal”

Casos em que a segunda palavra é iniciada por qualquer vogal ou a letra “h”:

Exemplos:

  • Bem-humorado;
  • bem-amado;
  • mal-afortunado;
  • mal-estar.

Observação: Algumas palavras que se iniciam com o advérbio “bem”, quando se mantém a noção de composição não se aglutina com o segundo elemento, mantendo o hífen, como nos casos: bem-criado; bem-nascido; bem-visto.

Hífen em palavras com além, aquém, recém e sem:

Exemplos:

  • recém-nascido;
  • além-fronteiras;
  • sem-vergonha;
  • Recém-casado.

O hífen em locução

Segundo o atual acordo ortográfico, não deverá ser utilizado hífen nas locuções substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais:

Exemplos:

Antes Depois
Café-com-leite Café com leite
Cor-de-vinho Cor de vinho
Dia-a-dia Dia a dia
Fim-de-semana Fim de semana

O hífen em vocábulos formados por prefixação, recomposição e sufixação

Principais prefixos e falsos prefixos utilizados na língua portuguesa
Aero; agro; anti; auto; arqui; circum; co; contra; des; entre; ex; hidro; hiper; in; inter; mini; pan; pós; pré; pró; pseudo; sub; semi; super; tele; ultra; vice.

Nos casos dos dos vocábulos formados por prefixação, recomposição e sufixação, o hífen deverá ser utilizado.

Exemplos:

  • Anti-inflamatório;
  • arqui-inimigo;
  • contra-ataque;
  • mini-instrumento;
  • inter-racial;
  • pan-nacionalismo;
  • pós-graduação

Não se usa o hífen em todas as outras situações, sendo o prefixo escrito junto à palavra já existente

Exemplos:

  • Sobrenome;
  • sobrenatural;
  • sobremesa;
  • sobreaviso;
  • extrajudicial;
  • extragalático.

São exceções a essa regra algumas locuções consagradas pelo uso, com significado próprio:

    • água-de-colônia;
    • arco-da-velha;
    • cor-de-rosa;
    • mais-que-perfeito;
    • pé-de-meia;
    • ao deus-dará;
    • à queima-roupa.

Uso do hífen com “r” e “s”

Nas formações em que o prefixo termina em vogal e a segunda palavra começa com as consoantes r ou s, estas consoantes deverão ser duplicadas.

Exemplos:

  • Microrregião;
  • microssegundo;
  • antissocial;
  • antirrugas;
  • contrassenso.

Uso do hífen com “h”

O hífen é necessário quando o segundo elemento começa com a letra “h”.

Exemplos: o que é hífen?

  • Anti-higiênico;
  • pré-história;
  • semi-hospitalar;
  • super-homem;
  • extra-humano.

Observação! Em alguns casos, após o prefixo “des” e “in”, o hífen deixa de ser usado se o segundo elemento da palavra perdeu a letra “h”, como nos casos: desumano; inapto e desumidificar.

Casos específicos do uso do hífen com prefixos

Nos prefixos sob- e sub-, além do h e do b, também se utiliza hífen quando a segunda palavra começa pela letra r:

  • sub-bibliotecário;
  • sub-base;
  • sub-região.

Com o prefixo co- apenas se utiliza o hífen quando a segunda palavra começa com h. Em todas as outras situações, não se usa o hífen:

  • cooperar;
  • coordenar;
  • coadjuvar;
  • coprodutor;
  • copiloto.

Exceção: esta regra não se aplica à palavra coabitar.

Com os prefixos pró-, pós- e pré- utiliza-se o hífen quando os prefixos forem tônicos e autônomos da segunda palavra:

  • pós-graduação;
  • pré-fabricado;
  • pró-vida.

Quando os prefixos pro-, pos- e pre- forem átonos e não forem autônomos da segunda palavra, não se emprega o hífen:

  • predeterminar;
  • pospor;
  • propor;
  • prever.

Com os prefixos circum- e pan- utiliza-se o hífen quando a segunda palavra começa por vogal, m, n ou h:

  • circum-navegação;
  • pan-americano;
  • circum-murado;
  • pan-mágico.

Com os prefixos ex-, vice-, vizo-, soto- e sota- utiliza-se sempre o hífen:

  • ex-diretor;
  • vice-presidente;
  • vice-rei.

Uso do hífen na colocação pronominal

O hífen é usado na ligação dos pronomes pessoais oblíquos átonos aos verbos, proporcionando a colocação pronominal em mesóclise (intercalado no meio do verbo) e ênclise (depois do verbo):

  • oferecer-nos-ão (mesóclise);
  • oferecer-te-emos (mesóclise);
  • ofereceram-me (ênclise);
  • ofereci-lhe (ênclise).

Os pronomes oblíquos átonos são: me, te, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes.

Uso do hífen na divisão silábica

O hífen é usado para separação de sílabas.

Hífen na divisão silábica:

  • flo-res-cer;
  • cu-pi-do;
  • sau-da-de;
  • hi-po-té-ti-co.

Uso do hífen em encadeamentos vocabulares

O hífen é usado na ligação de palavras que se juntam em algumas situações, formando encadeamentos vocabulares, com significados distintos:

  • Ponte Rio-Niterói;
  • Rodovia Rio-Santos;
  • Ponte aérea Rio-São Paulo.

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Saiba o que é hífen e como empregá-lo

 

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